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Notícia

Há exatos 30 anos - Chico Xavier abre mão de donativo no valor de 22 milhões para o Lar da Caridade





        Com o título acima, o prestigioso jornal Lavoura e Comércio, de Uberaba, divulga em sua edição de 15 de maio de 1985 que o querido médium Francisco Cândido Xavier fora aquinhoado com um donativo de Cr$ 22.000.000,00 (vinte e dois milhões de cruzeiros), ofertado pela senhora Maria Auxiliadora Franco Rodrigues, residente em Nanuque (MG), tendo, no entanto, aberto mão do mesmo, transferindo-o para o Lar da Caridade, de Uberaba, ex-Hospital do Pênfigo.

        O acontecimento, partindo de Chico Xavier, cujo desprendimento dos bens materiais vem de sua infância, adolescência e juventude, continuando durante toda a sua existência, não constitui surpresa para nenhum de nós integrantes da comunidade espírita brasileira.

        Bem jovem ainda recebera, por doação testamentária do saudoso espírita Frederico Figner, vultoso donativo, transferindo-o, no entanto, como o faz hoje, para outrem, no caso, na época, a Federação Espírita Brasileira, se não nos falha a memória*.

        Mais recentemente, idêntica atitude teve com relação a outro donativo, de grande expressão econômico-financeira, que lhe fizera uma senhora do Estado de Goiás, que ele transferiu, imediatamente, para instituições espíritas goianas.

        A vida de Chico Xavier tem sido uma constante em gestos desta natureza, sempre a abrir mão em favor de outrem, de presentes que lhe chegam às abençoadas mãos pela generosidade de amigos e companheiros de doutrina.

        A União Espírita Mineira, que acompanha com imenso carinho a ação missionária de Chico Xavier, no campo da mediunidade e na esfera da assistência social, tem a imensa felicidade de transcrever, nas colunas do seu órgão oficial, O Espírita Mineiro, a nota divulgada pelo Lavoura e Comércio, rogando a Jesus, em mais esta oportunidade, muitas bênçãos para o querido medianeiro e amigo, fiel servidor de Jesus.

A nota do Lavoura e Comércio

         “Num gesto digno dos maiores econômicos, o líder espírita e médium psicógrafo Francisco Cândido Xavier abriu mão de um donativo de Cr$ 22.000.000,00 (vinte e dois milhões de cruzeiros) em favor da benemérita instituição Lar da Caridade (ex-Hospital do Pênfigo).

        A propósito, a diretoria do Lar da Caridade pede-nos que divulguemos a seguinte carta redigida por Chico Xavier:


"Uberaba, 13 de maio de 1985.
 
Exmo. Sr. Adão Antonio Silva

        Travessa Sátiro de Oliveira, 12

        Apto. 600 – Edifício Pedro Salomão

        Uberaba – Cidade – Minas

        Prezado Amigo:

        Respeitosas Saudações.

        Recebemos a sua estimada notificação, por intermédio do nosso amigo Sr. Weaker Batista, pela qual fiquei ciente de que a nossa benfeitora, a Exma. Sra. D. Maria Auxiliadora Franco Rodrigues, residente na cidade de Nanuque, em nosso Estado, me fez a doação da importância de vinte e dois milhões de cruzeiros (Cr$ 22.000.000,00), para sustentação de modestas tarefas de assistência, sob a minha responsabilidade. Peço vênia para comunicar-lhe que transfiro a mencionada doação para o Lar da Caridade (ex-Hospital do Pênfigo), na pessoa da Exma. Sra. D. Aparecida Conceição Ferreira, que tomo a liberdade de apresentar ao distinto amigo e que está por mim autorizada a receber a referida doação e aplicá-la em sua respeitada obra de beneficência, nesta cidade, obra essa que sustenta o total aproximado de trezentas e cinquenta crianças e cento e cinquenta doentes.

        Solicito à sua gentileza informar à nossa benfeitora, a Exma. Sra. D. Maria Auxiliadora Franco Rodrigues, em Nanuque, quanto à resolução que estou assumindo e a quem igualmente escreverei, com o meu respeito e gratidão, dando-lhe ciência do assunto, na certeza de que a nossa benfeitora me aprovará a decisão de entregar esse abençoado dinheiro ao Lar da Caridade (ex-Hospital Pênfigo), de vez que reconheço na Sra. D. Maria Auxiliadora Franco Rodrigues o nobre coração das senhoras de Minas Gerais que se dedicam aos serviços da caridade, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Muito grato às atenções do prezado amigo, prevaleço-me do ensejo para hipotecar-lhe o meu respeito e consideração.

Sempre seu servidor reconhecido,

 Francisco Cândido Xavier"

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Transcrito do jornal Lavoura e Comércio, de Uberaba, MG, edição de 15 de maio de 1985.

Do livro  "Chico Xavier – Mediunidade e Luz" | Carlos A. Baccelli | Ideal – Instituto de Divulgação Editora André Luiz

Nota de Fernando Peron (fevereiro de 2015):

(*) – De fato, podemos encontrar referências a esse episódio nos seguintes trechos e obras:

(...)

Em outra oportunidade, Chico foi questionado pelo empresário Frederico Figner se possuía algum desejo de ordem material. Ele tentou se esquivar da resposta, mas, pressionado, afirmou que gostaria de ter uma renda mensal de 300 mil réis para que pudesse se dedicar somente ao trabalho social e espiritual. Assim não teria que dedicar tanto tempo ao trabalho para seu sustento e direcionaria suas forças somente para o trabalho social.

Tempos depois, o empresário veio a falecer e, como desejo expresso em testamento, deixou como herança para Chico Xavier um cheque com um valor que seria suficiente para ele ter essa renda mensal. Chico recebeu a carta com a notícia e o cheque enviado pelas filhas do falecido.

Nessa época, Chico e sua família estavam com uma dívida bastante alta devido ao não pagamento dos impostos da casa em que moravam. Ao receber o cheque, ele escreveu uma carta agradecendo, mas afirmou que não poderia aceitá-lo e que o dinheiro deveria ficar com as filhas, já que não era justo ele receber o valor.

Alguns dias passaram e ele recebeu novamente uma carta das filhas com o mesmo cheque, dizendo que, mesmo sendo católicas e não acreditando no Espiritismo, elas faziam questão de cumprir o desejo do pai, e, além disso, já haviam recebido dinheiro suficiente como herança.

Não convencido, ele tentou devolver o cheque novamente e, diante da insistente recusa das filhas, pediu que o cheque fosse enviado diretamente à Federação Espírita Brasileira para a criação de um parque gráfico, que serviria à produção de livros espíritas.

O pai de Chico ficou indignado com a recusa do filho em receber a doação, face à difícil situação que enfrentavam em casa. Entretanto, Chico foi irredutível.   

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Do livro  "O homem que falava com espíritos" | Luis Eduardo de Souza | Universo dos Livros Editora


Com diplomacia, [Chico Xavier] evitava atritos e conquistava aliados. O empresário carioca Frederico Figner, proprietário da Casa Edison e introdutor do fonógrafo no Brasil, era um deles. Tão rico quanto espírita, ele trocou cartas com Chico Xavier 17 anos seguidos. E o ajudou muito. Sem suas doações, o datilógrafo da Fazenda Modelo não conseguiria atender tanta gente. A cada mês, o filho de João Cândido gastava o correspondente a três vezes o seu salário só com assistência social. Para Chico, os ricos deveriam ser considerados “administradores dos bens de Deus”. Ao longo de sua vida, ele ajudaria muitos milionários “benfeitores” a canalizar os “tesouros divinos” para a caridade.

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Do livro "As vidas de Chico Xavier" | Marcel Souto Maior | Editora Rocco

CHICO DESISTE DO LEGADO DE FREDERICO FIGNER

30 de janeiro de 1947

“A partida do nosso inesquecível amigo Figner encheu-me de grandes saudades. Ele foi um companheiro admirável. Convivi com ele, epistolarmente, durante dezessete anos consecutivos. Dele recebi as maiores provas de abnegação que um amigo pode dar a outro. E a separação dele, no plano visível, consterna-me a alma. Deus o fortaleça no reino da paz e lhe restaure as forças par que, em breve, volte ao ministério de auxílio à Humanidade sofredora. Tive conhecimento, através das senhoras filhas dele, do legado de cem mil cruzeiros que ele me deixou em Obrigações de Guerra que se encontram à minha disposição aí no Rio. Ele sempre cuidou de minhas necessidades paternalmente, preocupando-se excessivamente por minha causa. Sabia ele que, nos últimos anos, minha luta material se intensificou muito e, no último semestre, escreveu-me, reiterando suas expressões de zelo. Entretanto, meu caro Wantuil, a melhor homenagem que posso prestar ao nosso inolvidável amigo é renunciar ao referido legado, em favor da nova organização que a Federação vem fazendo, com a instalação de novas oficinas para o livro espírita. Nesse sentido, escrevi hoje às senhoras filhas do nosso venerável companheiro que partiu, pedindo a elas entrarem em entendimento contigo, para que recebas, tu mesmo, esse patrimônio, transferindo-o para crédito da Casa de Ismael, em face da dívida a que a FEB se impôs pela aquisição das novas oficinas.

De fato, minhas lutas materiais aumentaram muito. Confesso-te que tem sido difícil manter-me em PL, em face da fileira de irmãos que me procuram diariamente. Sou obrigado a fornecer alimento de 20 a 50 pessoas novas por semana, de três anos para cá, sem falar de grande número de doentes, cegos e leprosos, de passagem por aqui, à minha procura, aos quais preciso socorrer. Isso me compele a gastar duas a três vezes, por mês, a importância do meu salário mensal. Nosso Figner sabia disso e preocupava-se muito. E aqui te conto estas coisas para comentarmos a situação. E, para tranquilizar-te, revelo-te também que nada me falta e que não há sacrifício nenhum da minha parte, porque, providencialmente, Jesus me aproximou do nosso amigo Sr. Manoel Jorge Gaio que tem me auxiliado a sustentar a luta. Se os deveres aumentaram para mim, aumentou Jesus a sua proteção, porque o Sr. Gaio me provê do que preciso; sua senhora, Marietta Gaio chama-me “filho”, ajudando-me também com a sua ternura e abnegação. Além disso, tenho amor e o cuidado de todos vocês, os companheiros da Federação. E, como só preciso do necessário, creio que cem mil cruzeiros de nosso querido amigo ficarão também empregados nas oficinas novas da FEB. Perdoa-me haver-te falado tanto de mim, mas precisava explicar-te a situação e espero que me aproves. Rogo-te que estes assuntos fiquem reservados entre os nossos círculos mais íntimos. Evitar qualquer publicidade, em o do que ocorre, é uma caridade que vocês me farão. (...)”

Juntamente a essa carta Chico Xavier anexou cópia de carta datilografada, na mesma data acima, dirigida às filhas de Frederico Figner (Leontina, Helena e Lélia), declarando, em síntese, que agradece e renuncia ao legado de Cr$ 100.000,00, a favor da FEB.

Essa carta de Chico Xavier vale por um livro inteiro de conselhos e orientações. Ela nos dá notícias da extraordinária vivência do médium mineiro, e seu exemplo constitui-se na mais preciosa das lições.

Poucas pessoas, no meio espírita da atualidade, sabem desse episódio. É importante que nos dias de hoje ele seja conhecido, para que tenhamos a exata dimensão desse apóstolo do Espiritismo que é o médium Chico Xavier. Não, é óbvio, para incensá-lo ou santificá-lo, mas para que a geração atual e as futuras se edifiquem nos testemunhos e na exemplificação daquele medianeiro do Alto.

Por intermédio dessas cartas vamo-nos conscientizando de que a missão mediúnica, o mediumato, exige a cada passo provas e testemunhos de tal ordem, que para a grande maioria parece impossível serem vencidos. Gradualmente, vamos conhecendo melhor a figura humana de Chico Xavier, não pelo que os outros contam, mas pelo que ele mesmo diz. A cada carta ele abre o coração, desnudando a própria alma clarificada pela mensagem do Cristo. Vamo-nos apercebendo, com real assombro, do que significa ser espírita. E nos damos conta de que ser espírita é viver o Cristianismo tal como Jesus o legou à Humanidade. Para essa vivência já nos alertava Kardec, em admirável síntese, no item 350 do cap. 29 de O Livro dos Médiuns: “Se o Espiritismo, conforme foi enunciado, tem que determinar a transformação da Humanidade, claro é que esse feito ele só poderá produzir melhorando as massas, o que se verificará gradualmente, pouco a pouco, em consequência do aperfeiçoamento dos indivíduos. Que importa crer na existência dos Espíritos, se essa crença não faz que aquele que a tem se torne melhor, mais benigno e indulgente para com seus semelhantes, mais humilde e paciente na adversidade? De que serve ao avarento ser espírita, se continua avarento; ao orgulhoso, se se conserva cheio de si; ao invejoso, se permanece domino pela inveja? Assim, poderiam todos os homens “ditar nas manifestações dos espíritos e a humanidade ficar estacionária.”

Chico Xavier renuncia, assim, ao legado de Frederico Figner em favor da FEB. Ele, que já manifestara, anteriormente, em carta a Wantuil de Freitas, o seu desejo de um dia poder ajudar a Federação, tem então o ensejo de fazê-lo. E o faz com tanto desprendimento, que “recomenda a Wantuil que ele próprio receba o dinheiro. Este não chega, portanto, a passar pelas suas mãos.

Observemos que Chico já tem, àquela altura, considerável serviço de amparo aos necessitados. Poder-se-ia, inclusive, indagar por que Chico não lhes reverteu essa importância. Ele mesmo, entretanto, pondera a Wantuil Freitas que está recebendo colaboração para essa tarefa, por intermédio do Sr. Manoel Jorge Gaio e de sua esposa D. Marietta Gaio. É natural, então, que quisesse colaborar com a FEB na instalação de suas novas oficinas gráficas. Chico, por certo, antevê o importantíssimo trabalho do livro espírita que à FEB caberia realizar nos anos vindouros.

Três outros pontos ressaltam também à nossa percepção, na análise dessa carta.

O primeiro relaciona-se com a seguinte frase: “Além disso, tenho o amor e o cuidado de todos vocês, os companheiros da Federação”. Chico é permanentemente cercado pelo carinho dos companheiros que dirigem a Casa de Ismael. Em diversas circunstâncias ele pôde sentir esse cuidado. Sabe que todo esse envolvimento de amor e zelo é imprescindível para ajudá-lo a superar as dificuldades que surgem a todo instante. Chico Xavier encontra na FEB a segurança de que precisa para levar avante a sua missão.

O segundo ponto refere-se à sua afirmativa: “E, como só preciso do necessário, creio que os cem mil cruzeiros de nosso querido amigo ficarão muito bem empregados nas oficinas novas da FEB”. São por todos conhecidos os hábitos modestos de Chico Xavier. Podendo viver com certas regalias materiais, advindas dos direitos autorais de seus livros, a tudo renuncia em favor da FEB, de centros, instituições de caridade e outras editoras, fiel ao propósito de jamais auferir vantagens financeiras à custa da Doutrina Espírita.

O terceiro ponto é a notável discrição com que o médium cerca as suas atitudes. Nessa carta ele extravasa um pouco mais a respeito de seu trabalho assistencial. Mas o faz porque precisa dar a Wantuil uma explicação mais detalhada das suas atividades e da preocupação de Frederico Figner em prover-lhes às necessidades. Recomenda, pois, ao amigo, a máxima reserva quanto aos assuntos ventilados.

Muito tempo depois, já em Uberaba, a vida de Chico torna-se de domínio público pela natureza e característica do seu labor missionário. Não mais lhe foi possível agir no anonimato, e ele assume corajosamente a nova etapa, não perdendo, contudo, a sua natural simplicidade e a humildade que lhe é peculiar.

ACUSAÇÕES POR TER DESISTIDO DA HERANÇA


12 de março de 1947

 “(...) Se tiveres alguma notícia do Ubaldi, espero que me contes alguma coisa.

Terás conseguido novas informações do nosso confrade Henrique de Andrade? Não sabia que a gráfica se encontra em processo de liquidação (do ''Mundo Espírita”, que foi amparada por Lins de Vasconcellos e mais tarde entregue à Federação do Paraná).

Em anexo envio-te cópia da carta que hoje recebi de nossas irmãs Sras. Figner. Está assinada por D. Lélia e datada de 8 de março corrente. Escrevi a resposta, ainda hoje, e datilografei-a, sem fazer a expedição postal, até receber a tua opinião a respeito. Está pronta para seguir. (...) Não desejo repetir em meu caminho uma nova experiência — Humberto de Campos”.
 
Chico entende que deve ser precavido, pois tem bem viva a experiência sofrida no caso Humberto de Campos. Por essa razão, envia a Wantuil cópia da carta escrita à filha de Frederico Figner e quer ouvir a opinião do amigo sobre o assunto. Adiante veremos como têm fundamento as precauções do médium.

“Sobre este caso da herança, tenho recebido “belas descomposturas”. Nestas documentações, os nomes mais carinhosos com que sou nomeado são os de “médium pedante, ingrato e orgulhoso”. As cartas anônimas que me acusam são as mais engraçadas. Mas já me habituei a tudo isso. O que eu preciso é de um bom travesseiro na consciência para eu dormir com tranquilidade e esse tesouro, graças a Jesus, não me tem faltado.

Tenho opinião sobre o livro de Rochester igual a que manifestaste. Parece-me que o livro é um modelo de “movimento e costumes”. Deus nos edifique a todos. (...)”

Por aqui se observa que qualquer que seja a atitude tomada por Chico Xavier, sempre surgem aqueles que o criticam e condenam. Se ele aceitasse a herança deixada por Frederico Figner, por certo as acusações viriam de toda parte. Ao recusá-la, nem assim escapou à crítica maldosa. Tão logo o seu gesto se tornou conhecido, não faltaram os que — sem algo construtivo para fazer — resolveram tomar da pena para escrever e passar-lhe descomposturas. Pela sua renúncia e desprendimento, o mínimo de que o chamam é “médium pedante, ingrato orgulhoso”.

Mas, é até certo ponto compreensível a atitude desses que agiram assim. Estão frustrados porque esperavam que Chico aceitasse a herança, o que lhes daria bom motivo para acusá-lo de se estar valendo da sua mediunidade e do Espiritismo para enriquecer. É isto, aliás, o que mais desejavam: colher o médium em alguma ação incoerente, incompatível com os postulados doutrinários, o que evidentemente lhes daria enorme satisfação.

A renúncia de Chico Xavier desapontou-os. Escrevem-lhe, então, despeitados. É a manobra dos que estão a serviço do caos.

As precauções tomadas pelo médium têm, pois, razão de ser. Ele sabe que, faça o que fizer, os “seus fiscais” reprovarão.

Chico tem o tesouro da consciência em paz, é o que afirma ao amigo.”

–––––––––––––––––––––
Do livro "Testemunhos de Chico Xavier" | Suely Caldas Schubert  | FEB






Enviado por Geraldo Lemos Neto | Vinha de Luz Editora | Wantuil Novaes | Projeto Saber e Mudar | 15/05/2015
19/05/2015
 


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